PEQUENORADIOAMARELO

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Quarta-feira, Janeiro 31, 2007

Jorge Palma ¿ Estrela do mar (que há muito tempo não oiço isto)


Acha pachorra para ler isto tudo¿

O dia chega ao fim por portas travessas e um cansaço pseudo-domingueiro passa aqui por casa e logo hoje que tenho um mar de coisas para fazer entre o que resta de hoje e o amanhã. O dia correu bem, bem o dia correu normalzinho, e nos dias que correm um dia normalzinho é um dia von.

Continuo a ressacar amorosamente e não consigo salvar o rádio destas coisas do coração, longe vão os tempos em que eu tinha qualquer coisa de importante para pôr aqui, que esta treta tinha algum interesse¿ Preciso de férias. Às saídas com algum interesse que tinha por aqui em Zurique esgotaram-se em si, tornando-se cada vez mais monótonas ou escassas. Talvez nos fartemos de ver as mesmas caras a todo instante, talvez não tenhamos nada de novo para contar.

Nos últimos meses só tenho pensado nisso de escrever um livro, ou então nessa tal grandiosa viagem que vou fazer assim que acabar a tese. Se calhar tenho carregado no pedal do acelerador com força demais nestas duas coisas. Os últimos dias, aqui em Zurique, parecem retirar-me todas as minhas forças, forçando-me a uma existência leguminosa.


Olho à minha volta e tento arranjar assunto... (Ricardo faz de conta que tás a frente dela numa tee house xpto, a conversa sobre o último livro que se leu acabou há quinze segundos atrás¿ rápido¿ rápido, vá lá diz qualquer coisas senão ela vai pensar que és tímido (e ser tímido é muito mau para a coisa da cama¿ porque depois ela pensará que também deve ser tímida¿ ainda que com o sex and the city as coisas melhoraram bastante¿ god save a Samantha) ou pior vai pensar que tu (eu¿. Sim tu¿) não tens nada para dizer¿ vá¿).


Sempre simpatizei com as brancas no meio das conversas, para além de ter dificuldades em prestar atenção a tudo o que se diz durante uma conversa (eu sou assim¿ sorry¿ nada pessoal¿), as brancas ajudam-me a descansar o neurónio e as brancas também são boas para olhar para o teu sorriso, para o inevitável apanhares-me no microsegundo em que estou olhar para o teu decote (e eu até que nem sou muito maluquinho por seios mas acontece¿ acho que isto deve tar no cromossoma y¿), para sentir a vibração da coisas.


Mas quando a branca atinge a fatídica marca dos cinquenta e três segundos há que dizer ou fazer qualquer coisa, nem que seja para nos levantarmo-nos e fingir que vamos fazer xixi para ganharmos tempo¿ Pior é que enquanto estamos na casa de banho agarraditos, fingindo que fazemos xixi, só nos vêm a cabeça coisas de coisar. E logo hoje que eu tive a brilhante ideia de te ter trazido a uma tee house, só para que não pensasses que eu sou um desses imberbes que te leva a um sítio onde sirvam coisas com álcool, na secreta esperança que tu como eu gostes de beber uns absoluts azuis com duas pedras de gelo ¿

Podia ter-te levado à tasquinha do senhor Zé e pedir muitas mines e mindoins e esperar pelo fim da noite, em é que sou inocente¿


Descobri assunto¿ As minhas relações e o álcool. Ainda ontem tive a pensar nisto, sempre que namorei, dormi aqui e ali, acordei não sei com quem, tudo começou num dia em que não tinha bebido frize. Estranho nunca comecei nada sem um travo de álcool. A ideia perturba-me. Eu, eu Ricardo não bebedolas nunca comecei uma relação¿

Coçar do braço esquerdo¿

Este facto é mesmo assustador¿

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Segunda-feira, Janeiro 29, 2007

Já tá...

Dave Matthews Band - Say Goodbye (já a preparar-me para o concertio...)


Finalmente consegui arrumar a minha casa... Ufa... Custou mas já tá... O pior até nem foi o saneamento do burgo mas sim o pré-saneamento, arrumar as coisas em malas e malinhas, para além da trabalheira, custou-me pedaços cardíacos, ver-me ali empacotar pedacinhos da minha vida em pequenos contentores... Foda-se, custou-me...

Mas agora já está tudo melhor... Até me sinto feliz (isto não é normal)...

Beijos e abraços...

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Domingo, Janeiro 28, 2007

+ 1 post decadente, para variar...

Duas da manhã, já é tarde, não devia escrever nada, mas não consigo dormir...


Cada vez mais e mais pego nas coisas que a Val me deixou, especialmente num pequeno livro feito por ela com os seus segredos secretos e as suas promessas de Amor eterno. Nem imaginas como me é difícil ver-me neste quarto vazio, nesta cama vazia e neste coração cheio de nada folheando as páginas do tal livrito...


Soluço de dor e sinto-me um verdadeiro inútil, desperdiçando os dias por entre memórias, e pior, por entre sentimentos que provavelmente nunca senti. Se nunca pensei que a amei, ou se nunca tive a certeza, como é que agora do dia para a noite, de uma casa cheia para uma casa vazia, vejo-me andando de um lado para o outro, partindo a cabeça por causa dela, por achar que a amo. Não por achar que ainda a amo, mas por achar que a amo.


Mas lá dentro de mim vejo-me a tentar fugir dela, especialmente das coisas que detestava nela. A fugir da falta de porreirismo dela, daquelas secas na cama, da desarrumação da casa dela, dela não lavar os dentes regularmente, de se querer converter ao Islão, de nunca fazer uns fellatiozinhos, daquelas roupas com flores amarelas, de não se esquecer dos problemas quando estávamos juntos, de nunca fazer qualquer coisa para me aprazer, de nunca me perdoar os atrasos, de não acreditar com força, de não ser uma pessoa alegre e optimista, de não ser a minha alma gémea...


E mesmo assim não resolvo nada... Quando se está sozinho nunca se resolve nada. Pensa-se, e volta-se a pensar na mesma coisa. Voltamos sempre a acreditar que amamos essa última pessoa. Até que depois nos apaixonamos outra vez e acaba tudo. E assim de um momento para o outro deixamos simplesmente de amar essa pessoa para sempre.


Esse deixar de amar para sempre mortifica-me, cruzamo-nos de novo com essa pessoa e falamos como se fossemos só conhecidos, sem o mínimo sinal do que já fomos. Talvez eu seja diferente e guarde todas essas pessoas em gavetas pequeninas dentro no meu cérebro e sorria quando as vejo, ou quando penso nelas, lembrando-me daqueles rufares de tambores que eu senti quando as conheci. Talvez eu ainda goste de todas essas pessoas porque nunca vivi o Amor da minha vida.


Queria tanto, mas mesmo tanto apaixonar-me agora, agorinha...


Knoc... Knoc...

(A vizinha do primeiro esquerdo toca-me à porta a pedir salsa)


Tou apaixonado...



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Sexta-feira, Janeiro 26, 2007

Eu não sou politicamente correcto


Morphine - The Night

Apesar deste ser mais um desses dias quaisquer, o céu brinca lá fora com as nuvens cãs, vestido de um azul claro deslumbrante, num desses azuis de dias de neve, num azul que só existe nos países frios. O céu decidiu-me dizer-me adeus da forma mais encantadora possível, como se tivesse pena de eu me ir embora.



A casa ficou mais vazia, e olho pelas últimas vezes a minha casa, olho vezes sem conta a minha janela e a rua que ela me mostra, essa rua caminhante e cheia de uma altivez paralela. Tento não chorar, tento não pensar na Val só porque estou triste. Não queria estar a pensar nela só porque sim, só porque me dá jeito para ficar ainda mais triste. A música dos Morphine não ajuda nada nada, mas deixo-a ficar, só porque sim, só porque não seria mau chorar aqui, dizer adeus a esta casa, dizer adeus a tudo o que deixo em Zurique (não esquecendo a minha snowboard... que fica sozinha neste mundo cruel...).

Vou ter pena, vou chorar baba e ranho... Os últimos dias de tão emocionais tem-me amputado a maior parte do trabalho, caio na cama e só me apetece ficar ali a sentir a tristeza deste a pontinha dos dedos dos pés até ao mais ínfimo tip dos cabelos...


Hummm... Hummm... Balbucio qualquer coisa sem sentido...


Hummm... Hummm...


Encontro-me numa daquelas fases que poderia cair na tentação de telefonar a Val... Não porque a ame perdidamente mas porque seria bom... Às vezes o coração dá-nos voltas, pega em nós e manipula-nos como se fossemos marionetas patetas... Mas cresci e tornei-me mais forte, por isso não te vou telefonar minha grandessíssima puta (oh no... o blog deixou de ser aquela coisa politicamente correcta...).

Um, dois, três, exorcismo terminado... Não te vou telefonar e sinto-me imensamente bem por não o fazer...

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Segunda-feira, Janeiro 22, 2007

Eu sou um monte...

oubindo Dusty Springfield - Son of a Preacher Man



Às vezes lembro-me de tudo como se fosse hoje, às vezes não me lembro de nada e ando contente e feliz. Às vezes, como hoje, procuro-me em momentos de felicidade passados. Talvez esteja a ir no sentido errado, pensado em coisas que tiveram o seu tempo e a sua razão de ser e que hoje simplesmente não existem fisicamente.


Mas eu sou esse monte de memórias felizes, os beijos trocados nas escadas do 14B, os fraguinhos de churrasco comidos à mão, o afagar de cabelo, uma promessa de amor eterno, eu sou isso. Tudo o mais não me interessa, não interessa. Encontro-me nesse monte de coisas boas e sinto-me muito feliz mas também muito triste. Se calhar devia formatar o disco e prontos, instalar o linux, pelo menos não via tantos ecrans azuis...



Preciso de qualquer coisa imensamente extraordinária nos próximos dias (e não, não, não estou a pensar em sexo anal com a vizinha do primeiro esquerdo... não seria mal pensado mas não há tempo...)

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Vamos lá utubar...




Falta de tempo e pachorra... Pessoal sem banda larga as minhas desculpas...

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Quinta-feira, Janeiro 18, 2007

Saudades...


Às vezes ainda penso na Val... Hummpf... Tou tristinho...

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Quarta-feira, Janeiro 17, 2007

Eu já tenho o bilhetio...

25 de Maio de 2007... 20:00 horas, primeiro concerto da dave matthews band em Portugal... Não sei com quem vou (Ticha vais tar em que secção?), só sei que já tenho o bilhetio...





Se alguém dai desse lado também for diga quaqluer coisa... Buga lá...

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Cometas e astros


Jeff Buckley - Lilac Wine


E se nos cruzássemos com alguém tão encantador, tão extraordinariamente impressionante, tão simpático, tão fodidamente atraente. Prontos, uma dessas pessoas por quem toda a gente se apaixona. E se desse-mos dois dedos de conversa com essa pessoa. E se nos apaixonássemos assim, pás, pós, zás, tás. E se tivesse-mos que ter essa pessoa, custasse o que custasse. E se todo o firmamento também se apaixonasse por essa pessoa. E se eu já amasse outra pessoa?

Deixaria passar esses dois dedos de conversa? Deixaria que todo o gentio também se apaixonasse irreversivelmente por ela? Ou deixava-la ir como o cometa mais reluzente e maior do meu céu. Passando a existir apenas numa lembrança passageira, por entre um mar de estrelas grandes e pequenas de amores perdidos e ainda por encontrar, por entre um monte de estrelas quietinhas e quietas, que me guardam em noites com esta.

Não sei. Não sei se ficaria quietinho olhando para as estrelas.



É engraçado como algumas pessoas nos visitam como cometas, é engraçado (entre parêntesis) como não conseguimos não nos apaixonar por elas (Prontos, uma dessas pessoas por quem toda a gente se apaixona, sim uma dessas)... Se calhar isto só sou eu, se calhar isto de me cruzar com essas tais pessoascometa são macaquinhos na minha gaveta ou caracóis de lambreta, fodasse eu é que sou um gajo complicado. Essas pessoas teoricamente não deviam existir, essas pessoas irritantemente perfeitas, essas mete-nojo do coração não existem, Ricardo. Repete comigo: não existem...


Não existem...


Tento equacionar isto tudo:
e se tivesse contigo e se te amasse da forma juropelasaudedaminhamaeszinhaqueteamo, e se amasse mesmo mesmo muito (pior, que acreditasse nisso com todas as minhas forças) mas se de repente me cruzasse com uma dessas mete-nojo coronárias...


Problemas... Problemas...

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Segunda-feira, Janeiro 15, 2007

Pudim Flan...


UB40 - Red Wine


O Amor e todos os sentimentos satélites e todos os outros só existem há escassos milhares de anos... Inacreditável... E se nós desaparecêssemos de vez, sim e se a puta da terra explodisse de vez. O amor já era, gone, kapput... Temos que fazer qualquer coisa, temos que salvar o Amor e o universo.

Curioso e aterrador tomar consciência de que algumas coisas só existem em nós e quando morremos elas morrem connosco. Podemos pegar nisto e ir mais adiante e perguntarmo-nos qual será a validade do Amor. Se o pudim flan dura dois meses quanto é que durará o Amor? 10.000 anos grita uma vozinha ai atrás. A multidão repete: 10.000 anos (eu tento lembrar-me do que comi ontem)...



10.000 anos... 10.000 anos... Era bom que durasse 10.000 anos mas também seria bom se não demorasse 10.000 anos a aparecer...


Devia ter articulado isto melhor mas prontes, o que interessa é passar a ideiazinha... (tá-me mesmo a apetecer pudim flan... yammy yammy)



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Domingo, Janeiro 07, 2007

Bad Bad Boy...


Oubindo Dirty Sanchez...


Domingo... Tou a sair de casa sem tomar o meu baninho diário... Ele vai ser só feromonas no oitenta... Gajas, micropipetas de gajas a sentarem-se ao pé do Je...



Hit me, hit me... I am a dirty dirty boy...



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Era uma Pipinha sff...


Fairground Attraction - Find my Love


O Domingo teima em não começar, deitei-me tarde. Fiquei a ver umas fotografias e uns vídeos da Val e a sentir-me irremediavelmente triste e sozinho. Devia apagar aquilo tudo, dar ao vizinho as coisas que ela me deu, apagar aquelas mensagenzinhas do telelé, deitar aquelas calcinhas pequeninas esquecidas no fundo da gaveta. As noites de fim-de-semana em que me encontro mais sozinho do que o esquimó Hitamachi sempre foram qualquer coisa pouco ortodoxa. Dou por mim a pensar nas merdas menos recomendáveis, a ouvir músicas de desamor e a sentir-me um cagalhoto rechonchudo.

Merdinha. Não devia tar a pensar nestas merdas e devia mazé tar a fazer as coisas da tese mas... Apesar de estudar neurocoisas dou por mim a afirmar que o órgão mais complexo do ser humano é o coração... Preciso urgentemente de resolver isto e ver no catálogo uma daquelas namoradas que nunca nos largam: Ricardo onde é que tás? Ricardo já tou em casa. Ricardo onde é que vamos jantar? Ricardo já pensas-te onde é que fomos de férias? Ricardo passa-se qualquer coisa com a máquina de lavar. Ricardo já acordas-te?

Sei que não quero nada assim neste moldes de namorocoisas mas dou por mim a pensar precisamente neste tipo de relacionamento. Chegando a invejar os casalinhos mas insonsos (os hipotéticos Tiago e Catarina, também conhecida por pipinha)


Este meu estado só pode ser por falta de fazer o Amor... Porque eu não sou assim, eu não sou mesmo nada assim, eu não sou pitchipichi, eu sou mau, muito mau, raios eu sou mesmo mau (grrr... ranger de dentes...)

Hasta camaradas do aparelho partidário.

BA

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Sexta-feira, Janeiro 05, 2007

25 dias...

Caetano Veloso - Sonhos (repeat mode)


Cansado pá... Passei os últimos dias a quantificar isto e aquilo e a trabalhar pesadamente para que no final do mês esteja tudo feito e pronto e possa finalmente começar a escrever a minha tese em Portugal ou aqui. Vinte e cinco dias para fazer uma série de coisas no laboratório. Vinte cinco dias para eu dar o meu máximo e acabar o trabalho dos últimos três anos e meio. O correr do tempo mete-me muito medo mas acho que vai correr tudo bem, vai, tem que correr, faíscas vai correr tudo bem.

Quanto ao resto nada de Val ou nada de nada, vejo-me completamente amorosamente só e nem penso nisso, acho eu. Hoje decidi dar uma volta a essa sensação de inlembrança e pegar em duas ou três cervejas e lembrar-me que ainda estou vivo. As cervejas e eu decidimos aparecer por aqui, falar-te ao som das coisas do Caetano, no meio destas linhas ensonadas e dislesicas.

Ouvir esta canção do Caetano faz-me lembrar de amores antigos, perdidos nos ponteiros dos relógios e nas cartas antigas que guardo cá em casa. Custa-me sempre muito ler as tuas coisas, as tuas promessas de Amor eterno, os poemas simplistas e puros, as nossas fotos com caras inimaginavelmente felizes e certas de tudo. Por isso tudo apeteceu-me ligar-te agora, aqui, já, dizer-te olá, saber de ti.

Linhas patetas, às vezes surpreendo-me a mim próprio apresentando-me com alguém terrivelmente lamechas, yach, yach... Eu é que sou uma criaturazinha interessante, tão super megamacho que é supermegamacho e ao mesmo tempo uma inesgotável fonte de lágrimas engarrafadas...

Fechar isto e fazer outro post mazeé... Para mudar a temática da coisa...

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