PEQUENORADIOAMARELO

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Quarta-feira, Agosto 29, 2007

Madrid te quiero...


K's Choice - 20,000 Seconds


A emissão segue de Madrid... Tururu.... Tururu... 6 dias em Madrid... Tururu... Tururu...

Mas nem tudo é perfeito... Um gajo vai de férias para Madrid, lembra-se de comprar o bilhete para ver o Real/Sporting no “estadiozito” do Real Madrid e aquele gajo do Sevilha lembra-se de morrer no hospital levando ao cancelamento do jogo pela liga espanhola. Tantos dias bons para morrer e o gajo decide morrer quando eu tava para ir ver o Real Madrid, fónixe…


Mas o que interessa memo memo é que vou para Madrid uns dias, em missão de desenvolvimento sóciopessoalprofissional. Terei finalmente a oportunidade de impressionar las chicas guapas com o meu castelhano ultramegafluente e o meu bronze de gentes do sul, cof, cof…

Não espero nada de especial de Madrid mas quando assim é, tudo o que vier é bom… Mas de certeza que vai ser bom pavonear pelas calles e plazas e por aqueles museos todios e passar las tardias a tirar unas fotografias… Passar la tardia a comer unas tapas e bocadillos e a beber um Riojazinho e depois perder-me na movida madrilena…


Opahhhh já me estava a esquecer das espanholas. Sendo eu um puto que mora perto da fronteira eram/são constantes as minhas idas a terras dos nuestros hermanos e de todas as vezes que lá ia/vou ficava/fico fascinado com tanta gaja aparentemente boa (note-se o aparentemente). Acho sinceramente que as gajas espanholas são muito melhores (entenda-se cama...) que as portuguesas ou pelo menos têm mais aquele arzinho de vaquinha de exploração agrícola requerido para as actividades nas couves.


Tengo que preparar mis cosas para mañana…
Besos Guapas e abrazos para los menos guapos hasta la próxima semana

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Segunda-feira, Agosto 27, 2007

Were I go again...

Rio Grande - Senta-Te Aí

Os cães ou outros seres suburbanos monstruosos latem lá fora, por entre as vozes azougadas da criançada e dos jogos da bola. Da minha pequena janela vejo estas coisas e lembro-me que hoje é mais um desses dias de suburbanidades inevitáveis. Voltei a falar com a Val, melhor ela falou comigo, sorrisos. Se calhar tou a ver tudo ao contrário, se calhar quero-a ainda mais do que sempre e ela voltou a falar comigo apenas como amigo. Volto a vê-la como a mulher mais genial que conheci e sinto-me estúpido por não ter tentado mais ou com mais força. Mas o tempo muda tudo, sou um gajo diferente dos outros tempos e isso muda necessariamente tudo. Apesar de não estar apaixonado, ou não saber se estou, apetecia-me mandar-lhe mensagens o tempo todo. Dizer-lhe opá tou aqui, com todos os miocárdios possíveis, foda-se amo-te…

Acho que o amor é isso. Isso de não conseguirmos esquecer que amámos.


Pego nas três ou quatro lágrimas que tinha para chorar no mês de Agosto e choro uma beca. Assalto mais de metade das lágrimas do mês e lembro-me de todas as coisas, das palavras. Penso que deixei de ter mão em mim. E nada pior do que uma puta apaixonada…

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Amigo Pedro...


"Fez bem, amigo. Eu próprio, se o não tivesse escrito, jamais o leria.... Continue a ler o que Lê, já que escreve como escreve... Mal, pois então. PRD

Pedro Rolo Duarte"



Quando me referi, num post qualquer, ao novo catecismo egocêntrico do Pedro Rolo Duarte jamais me passou pela ideia que tão ilustre intelectual do nosso pequeno burgo (pensei na palavra circo… mas não… eu sou um gajo porreiro…) ou coisa que o valha viesse a ler os meus escritos. Mas Pedro, tu apareceste esvoaçante, dependurado no teu corcel negro alado, destilando peçonha sobre as conversas mal engendradas deste piqueno jovem de aldeia.


Vou ser sincero contigo Pedro, apesar de dizeres que eu escrevo mal e de muito provavelmente isso me afectar muito mais do que me dizerem num tom trocista que cheiro mal dos pés, acho que escreves bem, se olharmos a escrita como um mero exercício gramatical galhofeiro, mas no fundo faltam-te coisas para contar e esse é o teu principal problema. Mas como toda a gente sabe, esse é o drama omnipresente dos eternos grandes escritores falhados.

Às vezes dou por mim a pensar nisso, não que ache que seja um hipotético grande escritor falhado como tu, até porque o meu circo é muito mais pequeno do que o teu. Os grandes escritores escrevem grandes livros e não me parece que o tenhas feito, por isso vejo com alguma suspeição essa tua faceta de crítico literário. Eu se fosse tu deixava-me desse teu pejo em relação aos blogs e aos que os escrevem menos bem sobre ti e tentava usar a tua generosa habilidade de escrita para escrever um livro como deve ser. Eu bem sei que desde os quinze pedes ao Pai Natal inspiração bukowskiana e que a meiazita tem sempre ficado vazia mas caramba movimento.

Bem Pedro dorme bem

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Terça-feira, Agosto 21, 2007

Sim, não ou nim...

Status Quo - Whatever You Want


O Verão levanta-se ainda com o tesão das últimas fodas e cirando nu pela casa como as estrelas do céu, por entre calores e pensamentos pecaminosos de sexo em grupo com miúdas de 22 anos. Até poderia estar a pensar nessas coisas mas deixo-me disso. Os pensamentos andam por outras ruas. Continuo a tentar decidir se me quero apaixonar ou não. Estranha essa coisa da paixão. Dessa coisa de criarmos uma pessoa que muito provavelmente não existe de verdade e de dizermos todos contentes e enfatuados que estamos irremediavelmente apaixonados por ela.


Mas sempre fui dessas putas que se apaixonam o tempo todo. Desses que olham de soslaio a gaja mais boa da escola, mesmo que ela não seja a gaja mais boa da escola. Sempre tive mau gosto para as gajas, não que quisesse ser um pseudo-intelectual do gagedo mas porque dou muita importância aos mínimos. Aos bracinhos gordinhos, aos cabelos loiros mas estranhos, a uma coolness difícil de explicar, gosto das que falam de música e que gostam dos Cake, das que querem morrer e falam disso, das que acreditam em qualquer coisa, das que sabem beijar e me acham o máximo. Um gajo fácil de contentar portantos.


Merda, decido depois, isso do apaixonar…

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Domingo, Agosto 19, 2007

Olho por olho...


A ouvir filmes de terror na SIC

Às vezes não gosto de mim. Das coisas que faço ou em que penso. Acontece-me raramente mas acontece-me e nessas alturas posso ser o maior filho da puta do universo ou pelo menos da minha rua, não que a minha rua seja extraordinariamente grande ou coisa parecida. E apesar de ser contra a política de olho por olho, porque acho que é uma completa patetice, por vezes dou por mim em caminhadas vingativas da pior espécie, especialmente quando a coisa toma um cariz pessoal.

Não gostava de me ver como uma pessoa vingativa, realmente que não gostava. Salve-se o facto de nunca ter sido vingativo com pessoas de valor e pelas quais nutro respeito e às vezes até amizade. Mas nalguns casos, ou melhor neste caso e apenas e só, que é do que se trata aqui, fui obrigado a ser uma pessoa feia. Fui forçado a dizer coisas que nunca diria num fim de uma relação só para poder combater a bruxa feia e má.

Há sempre aquelas coisas que não gostamos lá muito na nossa namorada ou whatever, ainda mais quando andamos com ela sem acreditar que a amamos, para passarmos o tempo, para dar umas fodinhas ou simplesmente sem nenhuma e qualquer razão aparente. Normalmente quando se acaba com alguém nunca se diz que detestamos isto ou aquilo ou que fisicamente não a achamos grande coisa, acabamos e prontos.

Essas coisas não interessam, essas coisas que detestávamos nunca se dizem. Até porque normalmente a ideia é acabar as coisas de uma forma amigável. Mas neste caso da gaja chata e vingativa fui forçado a dizê-las. Infelizmente mas fui…

Penso que podia ter tido mais cabeça e não ter respondido à letra, que se não tivesse respondido me veria como uma pessoa melhor. Mas ao mesmo tempo sei que as coisas negativas que lhe disse ficarão para sempre gravadas na memória dela e isso faz-me sorrir, um sorriso demoníaco mas um sorriso de qualquer forma.


Amanhã tentarei ser uma pessoa melhor, I promise.

Beijinhos e abraços

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Quinta-feira, Agosto 16, 2007

Happiness is just waiting


James Blunt - Goodbye My Lover (again… Depression times goes well with sad songs…)

When my strength seems to slide away from me I return over and over to my lost feelings of you. I listen to all that songs that you recorded for me. Sometimes I see myself badly needing some English speaking conversations; like we used to have. I even miss the our random silence breaker conversations about the weather, rattling laughs. When I speak English I find myself using a different mindset and a different set of words. Although the possibility of expression becomes kind of restricted, new ideas just come over, stuff that I normally don’t think just pops up.

Or probably I am just too full of shit. In the deepest end I just miss you and all my english speaking friends. I don’t know, but probably isn’t the best time for collateral thinking. The only thing that I know for sure is that I really need some meds. I am tired all the time, sleeping and sleeping over again and again. If I take some magic pills I will get better, even if I just get some phony placebo effect.

In between my pseudo toughs of cutting my wrists and the fading memories of you and the good old life, I move on… I remember the blades that you used to keep at your place, just in case. Just if in case we felt like dying in some raining tedious afternoon. I remember some of the talks about the silly idea of dying together. How could we think about such a thing? Lateral thinking I suppose, just for the fun of it, for challenging the establishment of the common people.



The sun is bright and warm; I will go for a walk with my ipod and my endless freedom. Sometimes happiness is just waiting for us to pick her up for a walk or a cup of coffee or something.

Kisses

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Enormes seios ou não...

Pink Floyd – Comfortably Numb


Segundo um genial estudo japonês, mulheres expostas ao choro de bebés (neste caso a gravações do choro de bebés) aumentam significativamente o tamanho dos seios…



Opahhh, há muita miúda a ouvir choro de bebé a mais e outras que nem por isso…


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O prazer da maldade


Orishas – Mística




Às vezes a mais pura das maldades pode ser uma coisa quase orgasmática

Tou possuído pelo Demo... Ahhh... Ahhh... Ahhh...

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Segunda-feira, Agosto 13, 2007

Senhor Doutor 3...

Oubindo Antony And The Johnsons - Hitler In My Heart


Senhor doutor será normal discutir com a gaja mais boa de Tavira?



Eu é que sou um Troublemaker… Em vez de discutir com a secunda mai boa... Nãaaaa... Nãaaaa... Discutir com a mai boa é que é mesmo bom...

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Domingo, Agosto 12, 2007

O navio de Teseu

Counting Crows - Colorblind


Acordo ou abro os olhos dentro de uma piscina abandonada. Pequenas quadrículas azuis coçadas tocam-me the tips of the toes. Não vejo nada para o lado de fora e vejo-me só e sozinho entre um céu esmagadoramente azul e as paredes curtas da piscina. Nada. Eu no meio de uma piscina azul vazia. Penso que estou num universo paralelo, que sou uma espécie de novo navio de Teseu.



Volto a cirandar pela questão da identidade, ou pelo menos da minha identidade. E eis que surge ele, o novo navio de Teseu. Já tinha tocado nestas coisas da permuta de matéria noutras conversas, na elevada probabilidade de não termos nenhum dos átomos originais com que nascemos. Hoje enquanto procurava qualquer coisa sobre a perspectiva austríaca dei de chapa com o paradoxo do navio de Teseu e fui forçado a revisitar esta merda outra vez.

Segundo Plutarco, o barco do herói grego Teseu foi preservado pelos atenienses ao longo de gerações, tendo-lhe sido sucessivamente substituído as pranchas apodrecidas e outros componentes por novos componentes, de tal forma que ao fim de algumas décadas já não restariam quaisquer componentes do navio original. Poderia ainda este navio ser considerado o navio de Teseu?

É a questão da continuidade da identidade, daquilo que realmente somos. Penso na probabilidade de nenhuma dessas peças ter andado pelos setes mares com Teseu e no entanto não tenho problemas em admitir que esse “novo” navio é realmente o navio de Teseu. Que galopamos pelo mundo nas nossas memórias num novo navio de Teseu, ao qual vamos mudando as peças mas que continua a ser o mesmo navio de sempre.

Penso que tudo o mais não interessa, uso o meu corpo na medida do que me é possível com o intuito, apenas e só, de me transportar ao longo da vida.

Eu sou do tamanho das minhas memórias...

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Sexta-feira, Agosto 10, 2007

Os vários Eus...

Belle And Sebastian - To be myself completely


É engraçado ver o gladiar descuidado entre os meus vários eus. O eu do mundo real e o eu dos bytes. Às vezes tenho sérias dificuldades em separar as águas, em saber o que realmente sou, o que é realmente verdade no meu mundo.

À medida que a sociedade informática galopa e conquista desde os frigoríficos até às máquinas de lavar são poucas as alminhas que escapam imunes ao virtualismo dos tempos modernos. Cada vez mais e mais pessoas existem quase exclusivamente na net e para a net. Nesse mundo elas podem ser os batmen e os robins (é à vontade do freguês, ahhh ahhh… que a net dá para todas as orientações sexuais e tal…) que nunca seriam na vida real.




Será que o nosso conceito de eu divide-se agora por vários eus?

Sempre vi a net ou o que escrevo por aqui como uma espécie de faz de conta, como um jogo em que nem tudo é necessariamente verdade ou se calhar nem um bocadinho sequer o é (Ricardo tu afinal na te chamas Sandra e moras no Cacém????), um mundo de fantasia onde podemos ser o que quisermos, fazermos e dizermos o que nos dá na real gana. Mas de há uns dias para cá lembrei-me que com o passar dos tempos o que “somos” ou aquilo que fazemos transparecer na Internet cola-se a nós com uma força inimaginável. Associo este fenómeno à maior importância da virtualidade na vida do dia a dia: nas conversas passadas no Messenger com as pessoas que gosto e outras que às vezes nem conheço, nas compras do Ebay e na amazon, no correio electrónico, na wikipédia, sei lá tantas merdas.

Mas essa estória de sermos o resultado dos cruzamentos dos vários eus acho que veio mesmo para ficar… Pânico… Será que eu também sou um bocado do rádio amarelo, tenham medo, tenham muito medo

Beijinhos e abraços e um fim-de-semana fantástico

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Fodas surdas...


Bau – Toy (Cape Verdean Melancholy… teletransportem-me para a ilha do sal sff…)


O tipo de interesse pelas pessoas ou falta do mesmo condiciona o tipo de conversas que tenho com elas. Há pessoas pelas quais não nutro qualquer interesse intelectual ou que simplesmente as acho insuportáveis ou aborrecidas e mortiças e isso reflecte-se na qualidade das conversas que tenho com elas. Às vezes dou por mim a ter conversas de encher chouriço só porque que me dá jeito; porque quero ir para a cama com alguém ou porque posso vir a precisar dessa pessoa num futuro hipotético. Eu não presto, shame on me.


Bem, mas não devo ser o único a fazer destas coisas...


Mas a minha vontade, o que eu queria mesmo mesmo é não ter que voltar a dormir com alguém desinteressante e chato. Foder é fixe mas às vezes não há pachorra para certas gajas.

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Quinta-feira, Agosto 09, 2007

Tomates...

The white stripes - The Denial Twist




Dasse um post com tomates to put the blog back on track after the last post…

Better…

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Mimos...

Cake - Comfort Eagle


Dou muito valor às coisas pequenas ou pelo menos a determinadas coisas pequenas. E fico feliz com isso. Gosto de saber que uma das pessoas mais especiais da minha vida tem saudades minhas e se lembra de mim. Mesmo que não volte a reacontecer nada, não importa nada nada, fico feliz na mesma.

Apesar de ser um hipersupermegamacho de créditos firmados na nossa praça sabe bem ter destes mimos. Apesar de não parecer sou um gajo sensível, ou pelo menos relativamente falando e coiso… ahhh ahhh…

Miminhos, I like… I like…

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Terça-feira, Agosto 07, 2007

I am Calvin...

Alanis Morissette - These are the thoughts


Tic tac… Tic tac… No more of this dreadful losing time… Actually I just realize that I was doing stuff that I really don’t want to do and meeting people that I really don’t want to meet…



That’s all mates… Stuff to do and to see and the world is a big place…

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I am a janate...

James Blunt - Goodbye My Lover (extreme repeat mode...)


When I return to my bed I just forget all the beauty of the world. I forget all the brainless hot chicks that are out there. I just see you, hanging around in my head all the time, like a ghost, like a dream, I don’t know…



Remembering old stuff from you… Sometimes memories hit me like a hard rock… I was fucking stupid, fucking innocent or fucking blind… Sometimes the reminiscences of you are stronger or I just feel like shit and I remember you harder then before… Sometimes I fall down into tears and pieces of us…

You are never sure, never. Sometimes you just have to close your eyes and go with the flow. Should I feel guilty or should I let the judges decide. My road for happiness is full of holes and beautiful places, one way streets and many dead-ends, but in between my heart ticks harder then before for you…

I'm sorry. You didn't deserve what I did to you. I love you and I will miss you always...



Ele há drogas das quais não me consigo desligar… Sou um janado é o que é… E é assim pessoal…

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Segunda-feira, Agosto 06, 2007

Jogos passionais...


Bach - Brandenburgisches Konzert Nr. 4


escrevi isto macarronicamente but who cares...


Dia de voltar a ver a miúda de 24 anos que dei um coro descomunal na sexta… Até tenho vergonha de lhe aparecer à frente… Não havia necessidade daquele tipo de conversa, zzzzz... Mas como para algumas coisas ainda tenho menos vergonha do que juízo, vai buscar…

Ninguém tem 24 anos, ninguém pode ser tão inacreditavelmente gira (e boa… não que isso interesse…cof… cof…)


Penso na probabilidade remota de pela primeira vez andar com alguém mais giro do que eu… Esfrego as mãozinhas… Me chama de safado vai, me chama de cachorrão safado… Ahhhahhh… Os jogos passionais divertem-me…

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Domingo, Agosto 05, 2007

O Amor e os exércitos de Aníbal...


Hoje gostava de ser genial como nunca. Gostava que dum momento para outro me fosse concedido o esplendor das palavras proibidas ao comum dos mortais. Que me dessem o dom de conter todo o amor do mundo nos escritos que te quero mostrar. Mas quando somos pequenos demais os sentimentos sobejam às palavras e fica sempre tanto por dizer. Isso incomoda-me, isso das coisas que ficam por dizer.


Trago-te comigo, nos meus passos incertos. Misturas-te em mim num sentimento assolapado e desajeitado. Passei o dia a ouvir canções de chorar e a pensar em ti. Sento-me esbaforido na cama que isto do pensar em ti cansa para caraças. Beijo-te em pensamentos impuros. Trago os bolsos cheios de moinhos de vento quixotescos, uma mão cheia de nada e os meus sonhos, é só isso que te posso oferecer.


Lembro-me do “casa comigo Joaninha”.



Sorriu com uma alegria paraplégica e volto a acreditar em ti, ou em nós, ou nessa coisa que os outros chamam de Amor e para a qual eu não tenho nome porque nunca o vi nem mais gordo nem assim mais magrinho e nem aqui pelo prédio.


Resumindo, às vezes é bom pensarmos que nos podemos apaixonar a curto prazo, mesmo que isso seja uma improbabilidade factual. Mas como pensar e querer muito uma coisa é meio caminho, deixa-me pensar nisto do Amor com muita força.


Os exércitos de Aníbal que avancem se fazem favor…

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Senhor Doutor 2...


Senhor doutor será que as pessoas que nos deixaram de interessar deixaram realmente de nos interessar? Ou foi tudo porque deu jeito… Para passar mais depressa e coiso e tal…



Senhor doutor o meu sentido prático das coisas eriça-me os pelinhos dos meus braços bem torneados, bronzeados e másculos…Vá de beijinhos nos bracinhos... Como sou lindo e maravilhoso... Um autêntico espanto...


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curiosidades...


Às vezes dou por mim lembrando-me das coisas mais espatafúrdias e presenteando-me com uma curiosidade quasi-mórbida sobre pessoas que deixaram de interessar ou que até nunca interessaram. A mente humana é uma caixinha cheia de rodas dentadas e pêndulos complicados.



Algumas vezes (mas poucas) vem-me à mente pensamentos pouco abonatórios e o diabo a quatro em a relação a esta ou aquela pessoa (apesar de poder dizer com alegria e até comoção que não odeio ninguém, pelo menos no sentido oficioso do termo). Mas na maioria das vezes fico genuinamente feliz por vê-las felizes, com uma vida a andar para a frente a todo o gás, com putos e tudo o resto. Fico contente com isto e sinto-me um gajo muita porreiro.

E é assim…

Beijinhos e abraços

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Quinta-feira, Agosto 02, 2007

Senhor Doutor...


Evanescence - Tourniquet




Às vezes dou por mim a pensar nas mulheres dos outros… Serei normal senhor doutor?


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Global warming...

james - sit down

Ontem fui buer um coffe e uma Pedras ao sítio do costume…

E não é que a menina (a ultramegahipergaigaboa com 22 anos) do tasco nos disse que não tinha pilosidades abaixo do umbigo…

Ui... Ui...



Eu Passei-me logo… Não pela novidade, até porque o aquecimento global tá a bombar, mas pela conversinha… Eu curto muito muito estas conversas... Ontem sonhei com ela, e tudo, e tudo (na posso contar… mas sonhei…).


O fazer o Amor persegue-me… O fazer o Amor está em todo o lado... É Verão mas mais parece Primavera...


Sinto-me horny…


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Quarta-feira, Agosto 01, 2007

puppetry...


Here is the puppet



Here is the puppeteer?



One of my favourite sayings of all time… Related with the existence of good, friendships, commitments, lots of stuff… And sounds amazingly well…



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Uncertainty Principle ...


Kelis - Trick me (kelis you sing very well… very very…)


Today I will write you in English. Probably, because in the last two days I was speaking over the phone with Rey and Jan and it was cool to speak with them and give some hopes and practise to my slang English.

The weather here is fantastic, too fantastic I am afraid. Because of that or just because of some untold stuff I just feel the need to go to Zurich for a week or so, soon. Cooling down a little bit by the lake or whatever and just being with friends. It’s really a pity that I can not be everywhere. I end up missing lots of quality time with people that I love, but no solution for that anyway…

Actually I am a little bit afraid of being with you again, just because some shit can happen again, some history repeating kind of thing. But we will see, being together was never a problem, at least for a short period of time. I was thinking a lot in the kind of future relationship that I want in my life and as usual nothing is granted, still no ideas about that, shame on me… Probably the best idea is to stick to no idea.

Madly Laughs, time to apply the Ricardo's Uncertainty Principle of relationships, oh yeah…

kisses

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